Língua Afiada
  

 

Entre uma garfada e outra...

 

O churrasco em comemoração a posse da nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas de Roraima esteve bastante movimentado, no sábado. Muita gente mesmo. Mas pensava-se que seria uma festa para jornalistas. No entanto, houve uma chuva de políticos no local – a fazenda do secretário municipal de agricultura Eugênio Tomé, que também é jornalista de formação. Deputados, um senador aniversariante (aliás, esse foi um dos reais motivos do churrasco), vereadores, governador e vice-govenrador do Estado e... muitos “puxas”. Estavam todos lá.

Parecia mais um encontro para acordos e conchavos políticos do que uma comemoração de jornalistas.

Sei que vão dizer que estou cuspindo no prato que comi, pois estive presente e provei do churrasco. Muito bom por sinal. Bom mesmo! Mas é que no sábado, logo cedo, fui avisado de que a “comemoração dos jornalistas” serviria, na verdade, de um, digamos, pretexto para aproximação de políticos que estão com as relações estremecidas. E sendo eu o repórter responsável pela editoria política da Folha no final de semana, não poderia perder essa. Jamais perderia.

Consegui pelos menos duas matérias interessantes. Afinal, quem me soprou que seria mais um encontro político do que uma comemoração de jornalistas, estava absolutamente certo. Isso ficou claro desde cedo. Apesar de ter deixado a aconchegante fazenda de Eugênio Tomé tão logo cumpri as pautas que havia elaborado, conclui que o churrasco era, de fato, muito mais do que um momento de confraternização da categoria. Como disse uma amiga jornalista que esteve o tempo todo atenta ao disse-que-disse que rolou por lá: “entre uma garfada e outra, um quê de muita e hipocrisia”.

Teve gente tão inconformada com o que viu no sábado que hoje, segunda-feira, fez circular uma nota indignada na internet. Muitos colegas de redação a receberam.



 Escrito por Luiz Valério às 14h17
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Morto de amor

(Micro-conto)

 

Saiu para encontrar a namorada. No meio do caminho, desilusão. Outro já tomava seu lugar nos braços de Catarina em plena paisagem do parque da cidade. Inconformado, poouuu!, puchou o gatilho. Amanhã será sua missa de sétimo dia. Catarina está feliz com o outro.



 Escrito por Luiz Valério às 15h29
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Crise (?)

 

Uma mãe em fase de lactação anunciou num jornal local a venda de leite materno por R$ 50 o litro. A oferta, publicada nos classificados do principal diário roraimense, chamou a atenção da promotora da Saúde, Jeanne Christine, e foi explorada em forma de matéria pelo concorrente.

A mulher, que havia parido há poucos dias, anunciou a venda do "produto" na sessão “artigos para bebê” dos classificados. Os responsáveis pela oferta dizem que de onde vieram – Goiás – é comum a venda de leite materno ao preço de R$ 30,00 o litro.

A lactante conta com o apoio do marido. Este justificou que o comércio, tido por ilegal pelo Ministério Público Estadual, se deve à situação financeira da família, que não é das mais fáceis. Disse que doar o leite nem pensar, pois precisa de dinheiro para comprar fraldas para o filho recém-nascido. Tempos bicudos!!!

"Literatura Urgente"

Um grupo de escritores entre os quais está Marcelino Freire, pernambucano cabra-da-peste e revelação da Feira Literária Internacional de Parati 2004 – FLIP, desencadeou o "Movimento Literatura Urgente" (ver eraOdito) através do qual defende propostas de políticas públicas para a Literatura a serem apresentadas ao Ministério da Cultura (Minc).

O movimento tem o objetivo de inserir os escritores na discussão em torno da elaboração da Política Nacional do Livro, Leitura e Bibliotecas que está sendo tratada pelo Minc com editores, livreiros e bibliotecários em algumas cidades brasileiras, mas quase sem a participação de quem escreve os livros.

Os escritores elaboraram um manifesto com algumas propostas e estão convocando pessoas ligadas a Literatura para subscrever o documento e participar do movimento. Eu já embarquei nessa. Os endereços para correspondência são: forumliteratura-subscribe@yahoogrupos.com.br e eraodito@uol.com.br



 Escrito por Luiz Valério às 15h16
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A poesia de Pessoa



De todos os poetas que já li, e não foram poucos, o que mais me atraiu com a sua obra - dada a acomplexidade da sua poesia - foi o português Fernando Pessoa. Considero-o como um dos maiores, se não o maior, fenômeno literário do início do Século XX com toda a sua criação heteronîmica, que resultou na mais consistente obra poética desde "Os Lusíadas", de Camões. Escolhi Fernando Pessoa como objeto de estudo da minha monografia de conclusão do Curso de Letras, o que me aproximou ainda mais da sua obra. Abaixo, transcrevo um dos seus poemas que considero dos mais bonitos e sinceros:


“Cartas de Amor


Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.


Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.


As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.


Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.


Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.


A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.


(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)”


Álvaro de Campos, 21-10-1935


 


 



 Escrito por Luiz Valério às 19h08
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Homologação x demarcação

Ainda há na mídia roraimense uma grande confusão em relação à questão da Raposa Serra do Sol. É frenquente ouvirmos e lermos matérias falando que a reserva indígena será demarcada em área contínua. Mas a Raposa Serra do Sol não já está demarcada? Ora, pois! O que falta é a homologação, pelo presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, da demarcação que é o objeto de tanta discussão, conflitos e disse-que-disse nos meio indidígena e não-indígena do Estado.



 Escrito por Luiz Valério às 14h11
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O ministro e os excessos

O ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos voltou a afirmar ontem que a área indígena Raposa Serra do Sol (RSS), em Roraima, será homogada de forma contínua. A declaração agrada aos índios ligados ao CIR (Conselho Indígena de Roraima) e desagrada a outros tantos que não querem que a decisão governamental tome esse rumo.

Durante a visita do ministro ao Estado, manifestantes protestaram contra a possibilidade de homologação contínua da RSS. Em frente ao Palácio Senador Hélio Campos cerca de 200 deles ostentaram bandeiras do Brasil e faixas com dizeres de repulsa ao ministro, como "Thomaz Bastos: lacaio do G7 e da ONGs", "Thomaz Bastos entreguista" e "Thomaz Bastos, genocida de índios". Tudo isso ao som do Hino Nacional.

Na saída de Thomaz Bastos do Palácio do Governo, após este manter encontro com o governador Ottomar Pinto e de conceder entrevista à imprensa, os ânimos se alteraram. Três manifestantes foram detidos pela polícia. Uma deles foi a índia Macuxi, Rosibele Brasil, ligada a Sodiur - entidade que se coloca contra a homologação contínua - que tentou se aproximar do ministro para manifestar a sua indignação. Outro foi Elias de Oliveira da Costa que, imobilziado por uma meia dúzia de policiais, foi jogado ao solo de forma humilhante. Excessos que poderiam ter sido evitados de ambas as partes.



 Escrito por Luiz Valério às 19h00
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Ruy na Comunicação

O jornalista Ruy Figueiredo tomou posse ontem como Secretário de Comunicação do Governo do Estado de Roraima. As cogitações em torno do nome de Márcio Acioli, ligado ao preterido Manoel Lima (Fonte Brasil), não se confirmaram. O lobe do Sindicato dos Jornalistas foi mais forte. Até porque o governador Ottomar Pinto já havia descartado o nome de Ruy ao afirmar que ele "estava fora de contexto". Esta afirmação foi feita em entrevista à imprensa há duas semanas. 



 Escrito por Luiz Valério às 18h15
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Secretaria cobiçada

Comentários que correm pelo meio midiático roraimense dão como certa para amanhã a chegada do jornalista Márcio Acioli que, segundo se diz, viria assumir a Secretaria de Comunicação do governo Ottomar Pinto.

O Sindicato dos Jornalista não concorda com a idéia e faz circular um abaixo-assinado defendendo o nome de Ruy Fugueiredo para o cargo. Há quem afirme que se Acioli assumir, quem mandará de fato na pasta será o preterido Manoel Lima, que teve a sua noemação barrada pelo próprio Ottomar num episódio vexatório há duas semanas.

Na verdade, o que importa é que quem quer que assuma a Comunicação governamental precisará ter uma boa relação com a imprensa. Pois não há nada mais incoerente que um assessor de comunicação cheio de prepotência e arrogância.

Há profissionais de assessoria que confundem o zelo que devem ter pela imagem do assessorado com o mais puro puxassaquismo. Outros deixam o poder transitório subir à cabeça e passam a se achar mais importante que o rei, numa atitude patética e pouco inteligente. Que a humildade e o profissionalismo sejam as principais ferramentas de trabalho do futuro secretário, seja ele quem for.



 Escrito por Luiz Valério às 22h23
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Os extremos da vida

Não há nada mais difícil do que tomar decisões difíceis. E o pior de tudo é que só temos duas opções sempre: decidir ou não decidir. Bem que nos poderia ser dada uma terceira alternativa. Algo como quase decidir ou quase não decidir, um meio termo qualquer. Menos complicado. Mas, não. Tem que ser o preto no branco. O tudo ou nada.

Às vezes fico pensando nesses extremos da vida. Em praticamente tudo só temos duas opções. Quando estamos com uma longa estrada à nossa frente, só podemos optar por ir ou ficar. Se estamos muito felizes com algo, só nos resta rir ou chorar de felicidade. Se convivemos com alguém problemático, só há duas coisas a fazer: amá-lo ou odiá-lo. Ah, esses extremos! A vida poderia ser mais fácil. Eu quero uma terceria alternativa!

O "ser ou não ser", de Shakspeare, nos persegue sempre. Eu, de minha parte, tenho me afligido com as variações dessa dúvida atroz: decidir ou não decidir, fazer ou não fazer, rir ou chorar... Quem terá inventado apenas esses dois caminhos? Por que apenas o bem ou mal sem uma terceira via? O amor ou o ódio sem um meio termo? A alegria ou o sofrimento, o prazer ou a dor... Criemos uma terceira alternativa, urgente!



 Escrito por Luiz Valério às 13h37
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   Transando pela Amazônia

A questão ambiental na Amazônia está mexendo até com a libido das pessoas pelo mundo a fora. Na Califórnia, Estados Unidos, existe uma ONG – a “Fuck for Forest” (transe pela Amazônia) - que defende a preservação da floresta amazônica de forma bastante original. Seus integrantes fazem sexo explicito em shows de banda de rock e o cachê arrecadado é repassado para outras organizações não-governamentais ditas “sérias” que tabalham pela causa ambiental. O problema é muitas vezes o dinheiro é recusado por ser considerado impróprio pela forma como foi ganho.
Questionada pelo repórter Sérgio Dávila, da Revista Folha, se não “tem vergonha de fazer sexo em público”, a integrante da “Fuck for Forest”, Leona Johansson, 21, respondeu literalmente: “Tanto eu quanto Tommy (seu parceiro de performance) somos na verdade muito tímidos. Mas o projeto nos dá forças para vencer a timidez. E nós não acreditamos que nossos corpos ou nossa sexualidade sejam coisas ruins, que devem ser escondidas. Então, é fácil vencer o pudor quando você começa a transar. É uma pena que a sociedade aceite a violência e a ganância tão bem, mas fique chocada com a nudez e o sexo”. Já pensou se a moda pega?


 Escrito por Luiz Valério às 12h12
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Comentário sobre a "Revolta dos Deuses"

Não gosto da Veja. É, para mim, a revista mais cretina já feita no Brasil. Uma publicação brasileira feita para americanos. Colonizadora de mentes e opiniões. Mas poucas vezes li um texto tão interessante e bem escrito num semanário nacional quanto o do jornalista Tales Alvarenga, A revolta dos deuses, no qual ele elaborou um criativo diálogo entre entidades divinas cultuadas pelos vários povos do mundo, repassando aos leitores a sua preocupação com a decisão do presidente russo Vladimir Putim de crimar um sistema de potentes mísseis atômicos. Daí pode surgir uma nova guerra-fria entre Estados Unidos e Rússia. Uma ameaça para o planeta e motivo de sobra para preocupação, até mesmo para os deuses, que já devem estar cansados de tanta prepotência e calhordice entre nós, mortais, que às vezes pensamos ser imortais.



 Escrito por Luiz Valério às 19h36
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Marcas do tempo


Feriado. Dia bom para estar deitado, não fosse o compromisso de encher uma página com letrinhas encadeadas de modo a fazer sentido, levando informação útil aos leitores. Afinal, o tempo não pára. E nesse momento de agitação que assola esta terra macuxi, então, não dá para descansar.  


Mas enquanto o mundo externo está agitado por questões políticas, o meu mundo interior vive em descompasso por questões particulares. Roraima me deu um monte de coisas boas: amores, trabalho e muitos problemas, sem os quais a gente parece não saber viver.


Daqui a pouco tempo estarei completando três anos de vida nesta parte extrema do Brasil. Tempo suficiente para ter mudado a minha vida, os meus hábitos e muito do que eu era até a minha chegada. Descobri aqui um Brasil que o resto do Brasil desconhece, com tudo de bom e de ruim que se possa pensar.


Não sei até quando fico. De vez em quando o coração manda tomar outro rumo. Ir para outras paragens. Tomar banho em outras águas. Viver, enfim. Mas, por enquanto ainda estou aqui. Procurando meus pedaços que têm ficado em cada rua, em cada lugar por que tenho passado desde que aqui pus os pés.


Para mim o tempo parece estar passando mais rápido que para os meus iguais. As marcas deixadas pelo seu passar estão ficando impressas mais no meu espírito que na minha face. São profundas. Mas só não as tem quem não vive. Este é o meu consolo. 


 



 Escrito por Luiz Valério às 15h37
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Os ventos que sopram em Roraima

 

A semana que passou foi de muito frenesi em Roraima. A queda definitiva de Flamarion Portela e a assunção de Ottomar Pinto ao governo deixou o Estado em ebulição. Os partidários do brigadeiro começam a apostar em mudanças profundas na administração estadual e em novos rumos para as políticas sociais. Uns mais racionais. Outros fanáticos.Há quem aposte que Ottomar vá ser a redenção para todos os problemas roraimenses. Menos, menos...

Enquanto isso, o ex-governador Flamarion Portela vive a totalidade do seu inferno astral. Deposto do trono sob acusação de uso indevido da máquina pública durante a campanha de 2002, agora a imprensa nacional (Veja) começa especular sobre a possibilidade de que, sem mandato, Portela possa vir a ser preso em decorrência do escândalo dos gafanhotos. Corre na Justiça Federal um processo contra ele e outras figuras da política local com acusação de crimes contra a administração pública, contra as finanças públicas, contra o patrimônio e peculato.

Em reportagem que fala também da prisão do prefeito de Macapá, o petista João Henrique Pimentel, a revista Veja lembra o esquema de corrupção desbaratado em Roraima, no ano passado, pela Polícia Federal e que ficou conhecido nacionalmente como o escândalo dos gafanhotos. Através desse esquema era feito o pagamento de salários a funcionários fantasmas. A revista diz que “A fraude começou quando Flamarion era vice-governador e pertencia a um tal Partido Social Liberal, e continuou até depois de sua posse como governador eleito, em 2003, já filiado ao PT”.

Enquanto uns comemoram a vitória judicial de Ottomar, outros lamentam a saída de Flamarion, como é o caso da cúpula do PT estadual. Ao deputado Titonho Beserra caberá o papel de opositor solitário na Assembléia Legislativa. Quanto à forma de governar de Ottomar Pinto, esta já começou a ser posta em prática. No último sábado, uma multidão de pessoas foi recebida no Palácio Hélio Campos numa audiência pública pelo governador recém-empossado. O brigadeiro diz que com a realização de tais audiências quer saber o que pensa e quer a população. A grande maioria da gente que compareceu ao palácio do governo só tinha um pedido a fazer: me dê um emprego. Haverá emprego para todos? Eis a questão.



 Escrito por Luiz Valério às 20h17
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As duas línguas do PT

 

As direções do PT regional e nacional ao que parece não estão falando a mesma língua. Enquanto o secretário de Comunicação do PT roraimense Pablo Sérgio Bezerra disse a este repórter-blogueiro que a sigla estaria disposta a permanecer com Flamarion em seus quadros, o presidente nacional do partido declarou à Agência Folha, um dia após a cassação do ex-governador de Roraima, que o “caso Portela” é um alerta dentro do partido contra possíveis filiações.

 

Para José Genuíno “O PT tem que ter cuidado com as novas filiações. O caso do Flamarion [Portela] foi um alerta claro para nós. Se algum petista, seja fundador ou recém-filiado, tiver qualquer prática incompatível com o estatuto e a ética do partido, o partido saberá agir para se preservar”. Isso é uma demonstração de que o afastamento de Flamarion Portela do PT não foi assim tão voluntarioso quando se disse por aqui. Agora fica claro que o ex-governador parece ter sido forçado a se licenciar. Ou seria só uma saída pela tangente do líder máximo petista diante da situação constrangedora?



 Escrito por Luiz Valério às 20h14
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E os mil concursados?

 

Os mil concursados que seriam empossados em breve pelo ex-governador Flamarion Portela devem estar com urticária, querendo saber se o processo de chamamento vai continuar nessa nova gestão estadual. Muita gente já tinha feitos os exames requeridos e aguardava apenas o momento e apresentá-los. Sei de informações de gente que já havia saído do seu estado de origem e aportado em Boa Vista esperando a nomeação. Ninguém ainda precisou omo ficará essa questão. Permanecerá o número de mil a serem empossados? Haverá mudanças nos planos? Essas eram as perguntas que eu me fazia até ontem. O secretário de administração Evandro Rocha Moreira disse porém que, a princípio, nada muda. É esperar para conferir.  



 Escrito por Luiz Valério às 19h21
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