Língua Afiada
   Corrida ao Sinjoper (até com chute na canela)

Ontem, sábado, um grupo de jornalistas amigos preocupados com o inusitado e suspeito pagamento das mensalidades em atraso de vários filiados do Sinjoper - até não sindicalizados - resolveu se reunir para discutir o assunto. O mote da reunião foi a falta de ética das pessoas que estiveram à frente da ação, angariando recursos supostamente com políticos para pagar o débito de uma parcela dos inadimplentes. A atitude macula o nome da categoria. Um das discussões travadas no encontro foi a necessidade de a Comissão de Ética do Sinjoper, que está meio esfacelada, diga-se de passagem, apurar o caso. Pois, ficou patente a intenção de se criar um curral eleitoral para eleger uma chapa que, caso saia vitoriosa, terá o rabo preso e nenhuma autonomia para defender a categoria. Comentários de bastidores afirmam que os "jornalistas" responsáveis pela iniciativa saíram passando a sacola junto a políticos, um deputado federal do PFL, inclusive, para arrecadar o dinheiro que bancou a quitação das mensalidades em atraso de alguns filiados. O que se pergunta é: qual a intenção desse pessoal? Onde fica a ética da profissão? Ou abriu-se a temporada de vale tudo pela conquista da diretoria do Sindicato dos Jornalistas?

 Escrito por Luiz Valério às 18h58
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   COMENTÁRIO AMIGO

"Caro amigo... Primeiro obrigado por permitir que pudesse compartilhar um pouco da sua sabedoria...e vida particular; por que não?! Os blogs as vezes - ou sempre - nos servem como os velhos diários confidentes, só que agora vc não está mais sozinho. Pois bem, primeiro parabens amigo pela sutileza e sensibilidade q vem escrevendo seu blog... continue assim. Apesar de discordar em alguns pontos, o que é muito salutar, vim te encorajar a continhar nessa estrada tão apaixonante que é expressar o que sentimos e pensamos através da palavra escrita. Queria te dar uma idéia, modesta mas idéia. Q tal fazer no próprio Blog a Coluna "Anti-social" fazendo uma crítica social, como descaso, fatos não publicados pela grande mídia, tudo isso sem agredir ou colocar pessoas em situação constrangedora....imagens poderia ser um recurso. Tá aí a idéia e estou disposto a colaborar... pode contar comigo... Parabéns amigo... Sucesso sempre..."

Silvio Souza - também jornalista Boa Vista RR

sylvio.souza@bol.com.br

N.E - Caro Sílvio, já estou incrementando o blog.



 Escrito por Luiz Valério às 18h42
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   A VEZ DO LEITOR

"Olá Luiz, Parabéns pelo blog e obrigada por me convidar a conhecê-lo. É sempre uma imensa satisfação ler textos inteligentes escritos por pessoas sensíveis. Sou admiradora não apenas dos seus textos, mas especialmente do seu caráter. Abraço. Ana"

Ana Marques

Assessora de Comunicação do TRE-RR 
amarques@tre-rr.gov.br



 Escrito por Luiz Valério às 18h31
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   Acusados de matar índio vão a julgamento

Onze meses depois de receber a denúncia do Ministério Público Federal contra Francisco das Chagas Oliveira da Silva, Elisel Samuel Martin e Robson Belo Gomes, acusados de mandante a autores materiais da morte do índio macuxi Aldo da Silva Mota, o juiz da 1ª Vara da Justiça Federal de Roraima Helder Girão Barreto a julgou procedente e pronunciou os acusados para julgamento em Júri Popular. Aldo Mota foi assassinado com dois tiros de arma de fogo quando estava dentro da Fazenda Retiro, de propriedade de Francisco das Chagas (o Chico Tripa), em 2 de janeiro de 2003, e encontrado posteriormente enterrado numa cova rasa.

 

O motivo do crime teria sido disputa por terras indígenas no município de Uiramutã, mais precisamente na Vila Mutum, onde o crime aconteceu. Conforme a denúncia apresentada pelo MPF, “visando proteger sua propriedade e impedir que os indígenas exercessem seus direitos sobre a área”, Chico Tripa teria contratado capatazes para a fazenda “e os armou, determinando que matassem os índios que ousassem invadi-la”. “Quando, no dia 2 de janeiro de 2003, o índio macuxi Aldo da Silva Mota entrou na Fazenda Retiro (...) Elisel e Robson, cumprindo a determinação expressa do patrão Francisco , mataram-no”, diz a denúncia.

 

Helder Girão diz ter ficado convencido de “indícios da autoria que apontam no sentido dos denunciados”. Mas questiona: “quando e por quais motivos Francisco (Chico Tripa) teria ordenado e morte da vítima? Elisel e Robson (os dois acusados de terem assassinado Aldo da Silva Mota) relatam troca de tiros com indígenas da localidade nos primeiros dias de janeiro de 2003. Assim, não teria sido a vítima alvejada naquele momento e em situação de legítima defesa? Pelo fato de ser indígena, qual a motivação de Elisel para a prática dos crimes? Por qual ou quais motivos o desaparecimento da vítima não foi comunicado imediatamente às autoridades competentes?”.

 

Para o juiz, os motivos que teriam levado ao crime “são embaçados” por estas dúvidas. Afirma que, por este motivo, “não cabe neste momento e contexto formular juízo definitivo sobre as possíveis condenação ou absolvição do acusado (Chico Tripa)”. Diz ainda que “não há prova inequívoca”, de que  Elisel Samuel Martin e Robson Belo Gomes tenham agido em legítima defesa, como eles argumentaram. Ao proferir a sentença, o juiz não decretou a prisão de nenhum deles alegando que os acusados não registram maus antecedentes criminais. Antes de apresentar a sua decisão, Girão fez questão de reafirmar a competência da Justiça Federal para tratar do caso, uma vez que o crime se deu em decorrência de disputa por terra indígena.

 

Laudos controversos - Conforme atestou o laudo do Laboratório de Antropologia Forense do Instituto Médico Legal do Distrito Federal (DF), Aldo Mota foi executado quando se encontrava com os braços levantados. Dois laudos anteriores, expedidos pelo IML de Roraima, atestaram de forma controversa que o indígena fora vítima de morte natural. O CIR, Conselho Indígena de Roraima, contestou o resultado e solicitou o novo laudo que foi realizado em Brasília e apontou que o índio fora executado.

 



 Escrito por Luiz Valério às 11h58
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   Quais serãos os interesses?

Ao que parece, as eleições do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Roraima (Sinjoper) começa a virar bagunça. Há informações de que um grupo de jornalistas angariou R$ 5.000,00 - sabe-se lá com quem - para pagar a mensalidade dos filiados em atraso com a entidade. O objetivo dessa ação, dizem, seria conseguir eleger uma chapa mais afinada com a opinião e as decisões governamentais (?). Há casos de jornalistas que tiveram as suas mensalidades pagas sem sequer serem comunicados. Até mesmo quem já havia pago a mensalidade teve a conta paga novamente. Como confusão pouca é bobagem, estão colocando o nome de coleguinas na composição de chapas sem que estes sejam avisados. Cheiro de confusão no ar.  

 Escrito por Luiz Valério às 11h21
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   O lapidar do texto

Aqui e ali tenho recebido alguns elogios sobre a qualidade do meu texto nas matérias que publico na Folha de Boa Vista. São pequenos afagos que não me sobem à cabeça e que me servem apenas de incentivo para buscar cada vez mais a perfeição da forma. Mas o meu trabalho na construção de um texto hoje me faz lembrar um pouco o meu passado profissional com ourives, no interior do Ceará. Para quem não sabe trabalhei com ourivesaria durante onze anos da minha vida. O esforço para transformar um pedaço de metal precioso – ouro ou prata – numa jóia ou semijóia é mais ou menos parecido com o trabalho intelectual de buscar a forma e as palavras certas para me fazer entender num texto escrito. A satisfação é a mesma. Ver o brilho nos olhos dos apreciadores de jóias e de textos bem escritos é algo muito gostoso. Confesso aqui que tenho uma fascinação acima do normal pela palavra escrita e por material impresso. Foi esse fascínio que me fez escolher a profissão de jornalista. Manusear jornais, livros e revistas é algo bastante prazeroso. E participar da feitura desses impressos aumenta, e muito, esse prazer.



 Escrito por Luiz Valério às 11h13
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   Cidade limpa...que bom!

Muito oportuna e certeira a iniciativa do juiz eleitoral Fernando Mallet de fazer acordo com os partidos políticos para evitar a imundice que tomava conta da cidade em tempo de eleição. A campanha “Eleição limpa, cidade limpa” está surtindo efeito e Boa Vista continua livre da propaganda eleitoral desenfreada. Algo muito positivo para todos que ficamos livres da desnecessária poluição visual de mau gosto que costumava ser espalhada pelos candidatos que, não tendo nada a dizer, apelavam para mostrar sua cara e nome de qualquer forma. Agora, quem tiver proposta e souber comunicá-las no corpo-a-corpo com o eleitorado é quem vai sair na frente.



 Escrito por Luiz Valério às 11h11
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   Loucademia de Polícia

Multiplicam-se os casos de candidatos que participaram do Curso de Formação de Novos Policiais Civis reclamando da suposta falta de coerência do Instituto Superior de Segurança e Cidadania (ISSeC) na contagem final dos pontos daqueles que se submeteram às duas fases do concurso a prova de conhecimentos gerais e a academia. Esses dias, eu dava uma olhadela em algumas revistas numa “drogstore” quando um dos candidatos reclamava da sua pontuação. Afirmava que sua pontuação fora superior à de outros candidatos, mas que acabou sendo preterido na hora da convocação. Furioso, o candidato dizia estar apenas esperando o momento certo para ingressar já Justiça questionando o resultado final do concurso. Dizia acreditar ter subsídios suficientes para embargá-lo. Ao que parece, esse será mais um capítulo da versão macuxi da enrolada série “Loucademia de Polícia”.



 Escrito por Luiz Valério às 11h08
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   (in)Segurança em Roraima II

A questão da segurança pública em Roraima continua delicada. Há menos de um mês da comemoração feita pela direção da Cadeia Pública de Boa Vista em decorrência da passagem de um ano sem fugas, três detentos acabaram fugindo no último domingo, 11 e, de cara, já na segunda-feira, assaltaram um posto de gasolina levando R$ 8 mil. Já foram presos. Mas um dia após a comemoração eu disse em um artigo publicado na Folha de Boa Vista que comemorar a não-ocorrência de fuga em cadeia pública era algo patético, pois segurança em presídios deve ser a regra e não exceção. E as fugas nas casas de detenção em Roraima já vêm de longa data. Não são mais novidade para ninguém. Mas como eu disse acima, a problemática da segurança pública neste estado é preocupante. Isso vale tanto para a parte operacional quanto para a administrativa. O próprio secretário de segurança Francisco Sá Cavalcante disse a este jornalista-blogueiro, numa entrevista por telefone, no último domingo, que as estatísticas sobre prisões por porte ilegal de arma, fornecidas pelo Departamento de Estatística da sua pasta são inconfiáveis. E ele apontou dois motivos: falta de um serviço de informatização que possibilite o arquivamento dos dados com maior fidelidade e o pouco empenho dos escrivães de polícia dos Distritos ao registrarem essas ocorrências. Isso é preocupante. Quem sabe, com a contratação dos novos policiais civis, essa situação mude. Foi também o próprio secretário Sá Cavalcante quem disse que os novos policiais estão sendo treinados para registrarem as ocorrências nas delegacias com mais atenção e profissionalismo. Isso é a esperança de melhores dias para o setor. Uma luz no fim do túnel. Até porque, Sá Cavalcante alegou ainda que é impossível instituir uma política de Segurança Pública para o Estado sem ter em mãos estatísticas mais precisas e confiáveis.

 Escrito por Luiz Valério às 14h58
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   Educação, exclusão digital e pobreza

É senso comum entre os cientistas sociais que lidam com Educação que crianças que têm acesso a bens culturais - livros, revistas, cinema, peças teatrais - ou simplesmente um ambiente favorável ao hábito da leitora em casa, como acesso a material impresso (títulos de literatura, jornais e revistas) têm um melhor desempenho na escola, principalmente na questão da aprendizagem de habilidades como leitura e escrita. Como professor (além de jornalista, também leciono língua portuguesa), sei que isso é a mais pura verdade. Estudantes que não têm hábito de leitura apresentam muita dificuldade de compreender sentenças elementares escritas no idioma pátrio. Interpretar um texto, então, é quase tortura para eles. Nesses meus dois anos de sala de aula aqui em Roraima pude perceber que o nível de leitura dos jovens estudantes roraimenses é, de uma forma geral, muito baixo. Eles alegam que não gostam de ler. A televisão é a grande diversão de suas casas. Ou seja, esses jovens sofrem da síndrome de William Moreira, segundo o psicólogo Carlos Pertkold (Carta Capital, edição 298). Essa síndrome – que é denominada pela junção dos nomes dos apresentadores de telejornal globais William Bonner e Cid Moreira – “ataca” jovens que passam muito tempo na frente da televisão. Eles acabam desenvolvendo a “capacidade” de entender apenas o que ouvem. Caso se deparem com a mesma mensagem escrita, terão dificuldade de compreensão. Ontem, a Folha On Line publicou matéria com resultado de pesquisa segundo a qual "os alunos que vivem em famílias com bens relacionados às classes sociais mais altas, como TV, computador, acesso à Internet, carro e telefone tiveram desempenho melhor no Enem 2003 (Exame Nacional do Ensino Médio)". Ou seja, a exclusão digital é outro mal que faz com que os estudantes do século XXI fiquem para traz, quando o assunto é ensino-aprendizagem. Como tem acontecido ao longo de décadas nesse nosso país de distribuição de renda tão desigual, a pobreza é outro entrave que dificulta o bom desempenho dos estudantes brasileiros. Diz a Folha On Line: "Outro fator verificado relacionado à renda foi o desempenho dos alunos que freqüentaram cursos de língua estrangeira, informática e pré-vestibular. Esses estudantes obtiveram 17 pontos acima (62 a 45), em média, em relação àqueles que tiveram pouca ou nenhuma oportunidade de fazer esses cursos." Quando será que essa situação vai mudar? Quando será que os governantes brasileiros vão entender que investir, de fato, em Educação é uma das melhores formas (se não a melhor) de combater a desigualdade social. Ou será que esta necessidade vai continuar fora das prioridades do poder Central, hoje capitaneado por ex-menino pobre do sertão nordestino e ex-metalúrgico do ABC paulista que conseguiu, com muita luta e algumas alianças reprováveis, chegar à Presidência da República? Só para concluir este comentário. De acordo com a Folha On Line, a média geral na prova objetiva do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) foi 49,5 pontos. Fizeram o exame 1,3 milhão de estudantes do último ano do ensino médio. Atualmente, a prova é opcional, mas o Ministério da Educação quer torná-la obrigatória.

 Escrito por Luiz Valério às 13h16
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   Livros, quem lê sabe mais

O escritor Paulo Coelho continua sendo o mais vendido do país. Numa consulta rápida em livrarias da cidade de Boa Vista a informação das atendentes que é o autor de "O diário de um mago" e "Onze Minutos" é o mais procurado. Na sequência vem o cronista de mão cheia Luis Fernando Veríssimo, com o seu "As mentiras que os homens contam". Na terceira colocação, pelo menos numa das mais badaladas livrarias da cidade, está a autora espírita Zíbia Gasparetto, com o livro "Tudo Vale à pena". Na literatura infanto-juvenil, como não poderia deixar de ser, encabeça o ranking dos mais vendidos a última aventura de Herry Potter. Na preferência das meninas macuxis está a série "Diário da princesa", "A princesa sobre os refletores", "A princesa apaixonada" e "a princesa à espera". Os livros de auto-ajuda continuam com o seu público fiel. Um dos titulos mais procurados por aqui é "Um dia daqueles", do autor americano Spencer Johnson. Por outro lado, na área acadêmca o bom e velho Paulo Freire continua sendo bastante lido. É um dos mais solicitados pelos estudantes de Pedagogia e Letras numa das livrarias que trabalha mais com venda de livros técnicos. Nesta mesma livraria, quando o assunto é Literatura, destaca-se a escritora Lia Luft. O retorno às aulas deve levar muitos estudantes universitários às livrarias à procura de livros. Isso é bom! Como opção de diversidade e preços indico a Nobel, uma das consultadas pelo Lingua Afiada, e a franquia da Editora Vozes. É isso aí.

 Escrito por Luiz Valério às 22h41
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   Jornalismo

Domingo. 21h25. Acabei de fechar duas páginas de Cidade e uma de Política. Trabalho árduo. Tudo para levar uma informação de qualidade ao leitor amanhã. Fechar jornal em pelno domingo, tendo que cumprir pauta de última hora é fogo. A maioria das fontes estão com o celular desligado, repousando em suas casas de campo e fazendas. E eu aqui, escrevendo, escrevendo e escrevendo. Mas não troco esta minha profissão por nehuma outra. Foi a que escolhi e é a que me satisfaz enquanto pessoa.

 Escrito por Luiz Valério às 22h26
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